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Venha Assistir Eva Nil!

Postado em cinema, filme com as tags , , , , , , , , em Agosto 4, 2009 por Cris Matsuoka

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Eva Nil- cem anos e sem filmes

FILMES DO CAIXOTE APRESENTA
“EVA NIL CEM ANOS SEM FILMES”
(Brasil, Hi-8, 13 minutos)

Direção, produção e montagem:
João Marcos de Almeida

Data:
domingo, 16 de agosto de 2009
Hora:
19:00 – 20:00
Localização:
Cinemateca Brasileira
Endereço:
Largo Senador Raul Cardoso, 207 (metrô Vila Mariana)
Cidade:
São Paulo, Brazil

Elenco:
Daiane Martins, Gilda Nomacce, Neusa Velasco, Eduardo Gomes, Carlos Roberto de Souza, Paolo Gregori, Raphael Messias, Caetano Gotardo, Sergio Silva, Matheus Rocha, Gregório Graziosi, Thais de Almeida Prado, Juliana Rojas, Marco Dutra e Daniel Libarino

Roteiro:
João Marcos de Almeida com a colaboração de Sergio Silva e Matheus Rocha

a partir de
“Humberto Mauro, Cataguases, Cinearte”
de Paulo Emílio Salles Gomes e
Arquivo Eva Nil, depositado na Cinemateca Brasileira

Assistente de direção:
Sergio Silva

Direção de fotografia:
Matheus Rocha e João Marcos de Almeida

Som:
Mariana Claro

Assistentes de produção:
Adriana Oliveira
Fernando Theodoro
Viviane Cortes

Produção de dublagem:
Eduardo Gomes

Direção de arte:
João Marcos de Almeida

Assistente de arte:
Claudia Toledo

Maquiagem:
Fernando Zuccolotto

Figurino:
Cris Matsuoka

Assistente de figurino:
Daiane Martins

Cabelo:
Lauren Nathaly

Trilha sonora por:
Marco Dutra (piano)

Fotografia still:
Gabriel Chiarastelli

Alimentação:
Diogo Ramos Miranda
Luisa Pereira Santos

Apoio:
Cinemateca Brasileira

Espero todos vocês lá!!!!

EU USO:

Imagem 010 sapatos da  shoestock, sorts shooshoo e camiseta mostarda

Eva Nil Cem anos e sem Filmes

Postado em cinema, filme, moda com as tags , , , , , , , , , , , em Julho 26, 2009 por Cris Matsuoka

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Primeiramente, gostaria de me desculpar com todos pela minha ausência. Estava muito ocupada, me dedicando á alguns projetos do cinema nacional. Um deles foi o “Eva Nil cem anos e sem filmes”, de João Marcos de  Almeida.

Segue texto sobre:

EVA NIL (1909-1990)

EVA NIL CEM ANOS SEM FILMES eva nil cem anos sem filmes
Brasil, 2009, Hi-8, cor, 12 min
cp: Filmes do Caixote; d: João Marcos de Almeida; r: João Marcos de Almeida e Sergio Silva; df: Matheus Rocha; e: Daiane Martins (Eva Nil), Eduardo Gomes (Pedro Lima), Carlos Roberto de Souza (Paulo Emílio), Raphael Messias (Pedro Comello), Paolo Gregori (Humberto Mauro).

Ensaio videográfico em homenagem ao centenário de Eva Nil, a primeira estrela do cinema brasileiro.

***

Ao folhear os documentos reunidos por Eva Nil em seu arquivo pessoal, depositado na Cinemateca Brasileira, encontramos informações sobre uma das mais enigmáticas e, certamente, das mais apaixonantes personagens do cinema brasileiro. Sua história confunde-se com a própria história de nosso cinema silencioso: resta pouco preservado para conhecermos o que foi seu trabalho, mas o material que existe é suficiente para percebermos o impacto que sua imagem teve sobre seus contemporâneos.

Filha de italianos, nascida no Egito em 1909, Eva Comello veio para o Brasil em 1914, quando a família se mudou para Cataguases, Minas Gerais. O pai, Pedro Comello, logo abandonou o núcleo agrícola em que trabalhava e, em 1920, abriu na cidade um ateliê fotográfico, que passou a ser seu ganha-pão. Eva aprendeu com o pai os princípios da captação, revelação e copiagem das chapas fotográficas e, desde cedo, tornou-se responsável pelo estúdio quando o pai se ausentava.

Pedro Comello fez amizade com Humberto Mauro, na época um jovem interessado em fotografia. Adquiriram em sociedade uma câmara cinematográfica Pathé-Baby, amadora, e resolveram fazer um filme. Essa primeira experiência aconteceu em 1925, sob o título de Valadião, o cratera, primeiro trabalho de Eva como atriz. Animados com o resultado, adquiriram uma câmara profissional 35mm e, com o apoio do comerciante Homero Cortes Domingues, começaram a filmar um roteiro de Comello, Os Três irmãos, cujas filmagens nunca foram concluídas.

O grupo cresceu com a adesão de Agenor Gomes de Barros, e criou-se, então, a Phebo Sul América Film. O primeiro filme da empresa foi Na primavera da vida, com roteiro e direção de Humberto Mauro e novamente Eva Nil como estrela. Embora o filme tenha sido exibido apenas em Cataguases e em cidades vizinhas, Eva Nil passou a ser apontada em todo país como nova estrela do cinema nacional, graças à divulgação de jornalistas.

O projeto seguinte da Phebo Sul América Film seria dirigido por Comello: Os Mistérios de São Mateus. Quando o projeto já estava em filmagem, a Phebo resolveu filmar, ao mesmo tempo,Thesouro perdido, sob direção de Humberto Mauro. Quando surge a notícia de que o projeto de seu pai não seria mais realizado, Eva recusou-se a participar de Thesouro perdido, deixou a Phebo Sul América e passou a tratar Humberto Mauro com antipatia e animosidade.

Finalizado o trabalho em Thesouro perdido, Comello deixou o grupo e fundou sua Atlas Film, em 1927. Eva voltou a trabalhar como atriz no primeiro filme da nova produtora, o curta-metragemSenhorita Agora Mesmo. O filme foi exibido por três dias no Rio de Janeiro e, apesar da recepção discreta, a interpretação de Eva foi muito festejada pelos jornalistas. A partir daí, a imagem de Eva Nil se tornaria frequente nas páginas de revistas especializadas em cinema.

O estrelato de Eva Nil foi baseado na publicação de fotografias suas em jornais e revistas, principalmente em Cinearte, com o apoio de Pedro Lima e Adhemar Gonzaga, com quem trocou correspondência até o final da década de 1920. A maioria dos fãs que arregimentou, no país e até no exterior, nunca viu seus filmes. Mas se encantavam com sua figura delicada e triste, modelo feminino consolidado em Hollywood por Lillian Gish e Mary Philbin, com quem era comparada.

Em 1928, Eva foi convidada pelo grupo de Cinearte para participar de sua primeira produção, Barro humano, num pequeno papel que acabou ganhando destaque. Foi seu primeiro trabalho no Rio de Janeiro e o último de sua carreira. No final de 1929, quando estava no auge, recebendo convites para outros papéis no cinema e inúmeras cartas de fãs, Eva abandona a carreira de atriz. Desde então, dedicou-se ao estúdio fotográfico do pai, que funcionou até a década de 1970. Ela faleceu em Cataguases, em 1990.

A III Jornada Brasileira de Cinema Silencioso homenageia o centenário de nascimento da atriz, que ficará para sempre na história como a primeira grande e misteriosa estrela do cinema brasileiro.

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EVA NIL – Daiane Martins

Direção – João Marcos de Almeida

Figurino – Cris Matsuoka

Still – Gabriel Chiarastelli

Fotografia Matheus Rocha

Logo divulgo a data de estréia do curta. Aguardem!!!!

EU USO:
_DSC0170 Regata branca e malha da Zara

Sue Lee na TV

Postado em cinema, filme com as tags , , , , , em Abril 12, 2009 por Cris Matsuoka

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Queridos amigos,
O Filme Sue Lee foi passear foi selecionado entre muitos para concorrer a um prêmio no canal Brasil.
Por favor, entrem no link e votem no filme! Não demora nada, é só se cadastrar!
Nos ajudem divulgando para o maior número de pessoas que puderem.
Serei eternamente grata!
Obrigada,

Link:

http://www.teladigital.org.br/templates/Player.aspx?contentId=4228

Direção: Renato Moura
Direção de Fotografia: Natália Sirna
Direção de Arte: Fabiana Freitas
Figurino: Cris Matsuoka
Make and Hair: Cláudia Rosseti
Coordenação de Produção: Vanessa Bocchi
Produtora Executiva e Direção de Elenco: Fernanda Carolina
Produção Musical: Arthur Ferreira e Tales Manfrinato
Roteiro: Ronaldo Moura ; Adaptação para Cinema: Vanessa Bocchi
Edição: Fabiana Freitas & Arthur Ferreira
Foto por Gabriel Chiarastelli
Com Ana Elisa, Johnnas Oliva e Denis Antunes

EU USO:
dsc_0044 o Picles como primeiro plano para a foto, por Gabriel Chiarastelli.

Luz Nas trevas

Postado em cinema, filme com as tags , , , , , em Março 11, 2009 por Cris Matsuoka

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“Luz nas trevas, a volta do bandido da luz vermelha”, é a continuação do filme de 68, “O bandido da Luz Vermelha” de Sganzerla .Neste filme de ficção, Ney Matogrosso interpreta o Bandido, que apesar de ter morrido eletrocutado no filme de 68, ressurge, e descobre que tem um filho.

No novo filme, cujo roteiro também é do cineasta, morto em 2004, o bandido está preso e conhece o filho, fruto de uma aventura com uma mulher que o visitou na cadeia. Luz Vermelha rejeita o jovem, que resolve seguir a “profissão” do pai.

Com o elenco recheado de ótimos atores, como Maria Luísa Mendonça, Sérgio Mamberti, Simone Spoladore, Sandra Corveloni, Bruna Lombardi e Arrigo Barnabé, o filme promete estrear no final do ano, uma vez que as filmagens se estenderão até o final deste mês.

De acordo com a diretora Helena Ignez, viúva de Sganzerla, o filme em produção adotará linguagem pop e vai dialogar com o do anos 60, por meio do uso de flashbacks. “É uma linguagem criativa. É um filme de invenção. É claro que é um filme para frente, e um filme de caos também”, define Ignez, que também atuou no filme de 68.

Agora é esperar pra ver!

Ontem tive a oportunidade de fazer figuração em uma das cenas do filme, gravada numa livraria bem simpática na praça Roosevelt.

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Eu estava na vernissage do lançamento do livro ” O bandido da luz vermelha”. E esta de vestido vermelho é uma das filhas da Helena Ignez.

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Momento Ensaio: todo mundo olhando o Tudo ou Nada no “Ação!”

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Momento: Retoque de Make and Hair, e todo o elenco tirando Onda…

As gravações terminaram as 4hs da manhã. Foi Bem divertido…  Agora é só esperar para ver o resultado do filme na Telona, e se eu der sorte, apareço no filme… vida de figurante não é fácil!!!rs!

Todas as fotos por Gabriel Chiarastelli, que está fazendo o Still.

Quer saber mais?

Entrem no blog do filme:

http://luznastrevasofilme.blogspot.com

 

EU USO:

cris-bandido Vestido UMA, sapatos Zara e carteira vintage